A Mulher Mais Rica do Mundo | Estrelado por Isabelle Huppert, filme estreia em 2 de abril nos cinemas
Livremente inspirado na história real da herdeira de uma gigante mundial de cosméticos, o longa A Mulher Mais Rica do Mundo (La Femme Plus Riche Du Monde), com direção e roteiro de Thierry Klifa (Tudo o que nos separa), chega aos cinemas brasileiros em 2 de abril. Estrelado por Isabelle Huppert e Laurent Lafitte ‒ que já haviam trabalhado juntos em Ela ‒ , o filme mistura ambição, escândalo financeiro e intrigas familiares.
A história gira em torno da poderosa Marianne Farrère (Huppert) ‒ detentora de uma das maiores fortunas do mundo ‒, que se envolve em um escândalo sem precedentes ao iniciar uma amizade próxima com o jovem fotógrafo Pierre-Alain Fantin (Lafitte). Quando o encanto de Marianne ultrapassa os limites do afeto pessoal e gera doações multimilionárias em favor do rapaz, sua filha apresenta uma queixa criminal por abuso de pessoa vulnerável.
A produção francesa iniciou sua trajetória no Festival de Cannes de 2025, sendo exibido fora de competição, e fez sucesso no circuito comercial em seu país, se tornando um dos filmes mais vistos na França.
A história gira em torno da poderosa Marianne Farrère (Huppert) ‒ detentora de uma das maiores fortunas do mundo ‒, que se envolve em um escândalo sem precedentes ao iniciar uma amizade próxima com o jovem fotógrafo Pierre-Alain Fantin (Lafitte). Quando o encanto de Marianne ultrapassa os limites do afeto pessoal e gera doações multimilionárias em favor do rapaz, sua filha apresenta uma queixa criminal por abuso de pessoa vulnerável.
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A produção francesa iniciou sua trajetória no Festival de Cannes de 2025, sendo exibido fora de competição, e fez sucesso no circuito comercial em seu país, se tornando um dos filmes mais vistos na França.
No Brasil, a produção integrou a Mostra Panorama Mundial do Festival do Rio e o Festival de Cinema Francês, evento que contou com a presença de Isabelle Huppert em solo carioca, também no ano passado. A obra também conquistou indicações a seis prêmios no César ‒ o Oscar do cinema francês ‒, consagrando Laurent Lafitte com o prêmio de Melhor Ator.
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