Dirigido por Travis Knight, O Bosque Selvagem surge como a animação mais ambiciosa da LAIKA
Dirigido por Travis Knight, cineasta responsável pelo aclamado Kubo e as Cordas Mágicas, O Bosque Selvagem ("Wildwood") promete transformar o stop-motion em algo ainda mais grandioso, ambicioso e visualmente monumental. A nova produção da LAIKA já desponta como um dos projetos de animação mais aguardados do ano ao expandir a identidade artesanal do estúdio para uma fantasia sombria de grande escala.
Baseado no romance homônimo de Colin Meloy, o longa acompanha Prue, uma jovem que atravessa uma floresta perigosa após seu irmão bebê ser sequestrado por um bando de corvos. A premissa imediatamente remete ao tipo de fantasia melancólica e imaginativa que ajudou a consolidar a reputação da LAIKA em obras como Coraline e ParaNorman, mas O Bosque Selvagem parece disposto a levar essa estética para um território ainda mais expansivo e tecnicamente ousado.
O trailer divulgado revela um universo visualmente gigantesco, repleto de criaturas, florestas densas e cenários que parecem saídos diretamente de um conto fantástico obscuro. A dimensão dos ambientes e a profundidade dos enquadramentos ampliam a sensação de escala de uma maneira rara dentro do stop-motion contemporâneo, principalmente quando lembramos que cada detalhe visível na tela precisou ser construído fisicamente à mão.
E talvez seja justamente aí que O Bosque Selvagem mais impressione. Segundo informações da produção, o filme foi desenvolvido utilizando 136 cenários artesanais e 231 bonecos práticos. Um número que ajuda a dimensionar o nível quase absurdo de precisão e paciência exigido pelo projeto. Em uma indústria cada vez mais acelerada pelo digital, a LAIKA continua apostando em um método lento, físico e profundamente humano.
O teaser também reforça a sensação de que Travis Knight está diante do projeto mais ambicioso de sua carreira dentro da LAIKA.
Baseado no romance homônimo de Colin Meloy, o longa acompanha Prue, uma jovem que atravessa uma floresta perigosa após seu irmão bebê ser sequestrado por um bando de corvos. A premissa imediatamente remete ao tipo de fantasia melancólica e imaginativa que ajudou a consolidar a reputação da LAIKA em obras como Coraline e ParaNorman, mas O Bosque Selvagem parece disposto a levar essa estética para um território ainda mais expansivo e tecnicamente ousado.
Trailer
O trailer divulgado revela um universo visualmente gigantesco, repleto de criaturas, florestas densas e cenários que parecem saídos diretamente de um conto fantástico obscuro. A dimensão dos ambientes e a profundidade dos enquadramentos ampliam a sensação de escala de uma maneira rara dentro do stop-motion contemporâneo, principalmente quando lembramos que cada detalhe visível na tela precisou ser construído fisicamente à mão.
E talvez seja justamente aí que O Bosque Selvagem mais impressione. Segundo informações da produção, o filme foi desenvolvido utilizando 136 cenários artesanais e 231 bonecos práticos. Um número que ajuda a dimensionar o nível quase absurdo de precisão e paciência exigido pelo projeto. Em uma indústria cada vez mais acelerada pelo digital, a LAIKA continua apostando em um método lento, físico e profundamente humano.
| LAIKA |
O teaser também reforça a sensação de que Travis Knight está diante do projeto mais ambicioso de sua carreira dentro da LAIKA.
Há uma escala visual incomum até mesmo para os padrões do estúdio, como se O Bosque Selvagem estivesse tentando expandir os limites do próprio stop-motion contemporâneo sem abandonar o aspecto artesanal que transformou produções como Kubo e as Cordas Mágicas e Coraline em experiências tão únicas.
Nenhum comentário: