Devoradores de Estrelas estreia como maior abertura do ano para filme original desde Oppenheimer
O filme Devoradores de Estrelas, adaptação do romance de Andy Weir, estreou liderando as bilheterias norte-americanas com US$ 80,5 milhões em seu primeiro fim de semana. O resultado coloca a produção como a maior abertura de 2026 até o momento e um dos lançamentos mais expressivos dos últimos anos para um título original, fora de franquias.
O desempenho também consolida o longa como a segunda maior estreia de um filme não derivado de franquia na última década, atrás apenas de Oppenheimer. Globalmente, a arrecadação já soma US$ 140,9 milhões, reforçando o alcance internacional da produção e a força do gênero ficção científica quando associado a nomes de apelo comercial. Veja o trailer.
Dirigido pela dupla Phil Lord e Christopher Miller, o longa é estrelado por Ryan Gosling e Sandra Hüller.
A trama acompanha um astronauta que desperta sozinho em uma nave espacial, sem memória de sua missão. Aos poucos, ele descobre que foi enviado para uma tarefa crucial: encontrar uma forma de impedir a morte do Sol e, consequentemente, a extinção da vida na Terra.
O desempenho também consolida o longa como a segunda maior estreia de um filme não derivado de franquia na última década, atrás apenas de Oppenheimer. Globalmente, a arrecadação já soma US$ 140,9 milhões, reforçando o alcance internacional da produção e a força do gênero ficção científica quando associado a nomes de apelo comercial. Veja o trailer.
Trailer
Dirigido pela dupla Phil Lord e Christopher Miller, o longa é estrelado por Ryan Gosling e Sandra Hüller.
A trama acompanha um astronauta que desperta sozinho em uma nave espacial, sem memória de sua missão. Aos poucos, ele descobre que foi enviado para uma tarefa crucial: encontrar uma forma de impedir a morte do Sol e, consequentemente, a extinção da vida na Terra.
Com orçamento estimado em cerca de US$ 200 milhões, superior ao de produções recentes do mesmo porte, o filme também representa um marco para a Amazon MGM Studios, alcançando a maior estreia da história do estúdio. A produção ainda superou aberturas iniciais de outros sci-fi modernos baseados em obras do mesmo autor, como Perdido em Marte (2015).
Além dos números, a recepção do público tem sido um fator determinante para o desempenho inicial. Pesquisas de saída indicam aprovação máxima e alta intenção de recomendação, sinalizando potencial para uma longa permanência em cartaz. O resultado é visto pelo mercado como um indicativo de que produções originais ainda podem mobilizar grandes audiências no cinema contemporâneo.
Além dos números, a recepção do público tem sido um fator determinante para o desempenho inicial. Pesquisas de saída indicam aprovação máxima e alta intenção de recomendação, sinalizando potencial para uma longa permanência em cartaz. O resultado é visto pelo mercado como um indicativo de que produções originais ainda podem mobilizar grandes audiências no cinema contemporâneo.
No Brasil, o filme estreou em 20 de março e segue em cartaz nos cinemas.
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